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terça-feira, 12 de junho de 2012

UNGUENTOS E POLENS NO SANTO SUDÁRIO FALAM DE UM ENTERRO PRÓPRIO A UM REI


Dra. Marzia Boi no Congresso Internacional sobre o Santo
Sudário,  Valencia, Espanha.
A investigadora italiana Marzia Boi apresentou um novo estudo sobre os restos de pólen e ungüentos no Santo Sudário, informou a Arquidiocese de Valência, Espanha, em comunicado difundido pela agência ACIDigital.

O trabalho da pesquisadora foi exposto no Congresso Internacional sobre o Santo Sudário, realizado em Valência. E foi mais uma valiosa contribuição para outros estudos apresentados nesse simpósio, mostrando a compatibilidade do corpo envolvido com o Santo Sudário e o de Jesus Cristo.

A Dra. Marzia Boi trabalha no laboratório de Botânica do Departamento de Biologia da Universidade das Ilhas Baleares. Em sua exposição, ela mostrou dados pouco conhecidos e até surpreendentes.

Segundo a bióloga, os restos de pólen encontrados no Santo Sudário de Turim não são só os depositados fortuitamente no tecido ao longo da História, mas incluem os correspondentes a “ungüentos e flores que se utilizavam para ritos funerários há 2.000 anos”.

Tipoos de polén, O homem do Sudário, Curitiba
Tipoos de polén, O homem do Sudário, Curitiba
A Dra. Boi explicou que a descrição da sepultura de Jesus feita pelo Evangelho corresponde a um enterro realizado com honras próprias aos reis. Essas honras reais implicaram a “preparação do cadáver com bálsamos e óleos” do modo em que foi feito.

Correspondia naturalmente a Nossa Senhora realizar, com o auxílio das santas mulheres, essa preparação do Santíssimo Corpo de seu Filho.

Essas honras estão de acordo com a condição social de Nosso Senhor Jesus Cristo, a qual era bem conhecida de seus parentes, discípulos, amigos e inclusive inimigos.

Com efeito, Nosso Senhor pertencia à estirpe real de Judá, sendo descendente de David tanto por parte de seu pai adotivo, São José, quanto pelo de sua Mãe, Nossa Senhora.

São Mateus inicia seu Evangelho nos apresentando a genealogia de Jesus. O evangelista menciona as sucessivas gerações de reis e príncipes reais até São José e Jesus Cristo. É a famosa árvore genealógica de Jessé, pai do rei David.

São Paulo no-lo recorda na Epístola aos Romanos ecoando a profecia de Isaías: “Da raiz de Jessé surgirá um rebento que governará as nações; nele esperarão as nações” (Is 11,10). (Romanos 15,12) 

Malgrado não fosse reconhecido como tal, Jesus Cristo era rei por direito de Israel, e não Herodes e sua descendência, que eram impostores sustentados pelos romanos.

O Sinédrio acusou Nosso Senhor diante Pilatos, declarando que Ele se dizia rei dos judeus. De onde os numerosos cruzamentos verbais do governador romano com Nosso Senhor.

“És o rei dos judeus? Sim, respondeu-lhe Jesus”
“És o rei dos judeus? Sim, respondeu-lhe Jesus”
Quando Jesus compareceu diante do governador, ele O interrogou: “És o rei dos judeus? Sim, respondeu-lhe Jesus”(São Mateus 27,11), esclarecendo que era sobretudo Rei de um reino mais alto: o dos Céus e de toda a Terra.

A espantosa apostasia do populacho judeu e de seus instigadores se efetivou ao bradarem: “Crucifica-o! Não temos outro rei senão César”. Eles não só recusaram o Redentor prometido pelos Patriarcas e pelos Profetas, realidade suprema, mas também o rei legítimo, sucessor de Davi.

“Mas eles clamavam: Fora com ele! Fora com ele! Crucifica-o! Pilatos perguntou-lhes: Hei de crucificar o vosso rei? Os sumos sacerdotes responderam: Não temos outro rei senão César!” (São João 19, 15)

Pilatos mandou afixar no alto da Cruz numa tábua com a inscrição, em grego, hebraico e latim: Iesus Nazarenus Rex Iudaeorum (Jesus Nazareno Rei dos Judeus). É o I.N.R.I. que vemos nos crucifixos. Afinal, era esse o crime alegado pelo Sinédrio que mais impressionou a covardia de Pilatos, sempre temeroso de perder pontos na sua carreira.

“19. Pilatos redigiu também uma inscrição e a fixou por cima da cruz. Nela estava escrito: Jesus de Nazaré, rei dos judeus.

Jesus Cristo também era rei dos Judeus
Jesus Cristo também era rei dos Judeus.
Cristo Rei, Hans Memling (c. 1440-1494).
“20. Muitos dos judeus leram essa inscrição, porque Jesus foi crucificado perto da cidade e a inscrição era redigida em hebraico, em latim e em grego.

“21. Os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos: Não escrevas: Rei dos judeus, mas sim: Este homem disse ser o rei dos judeus.

“22. Respondeu Pilatos: O que escrevi, escrevi.” (São João 19, 19-22)

Também a estirpe régia de Jesus Cristo é ressaltada pelo fato de Jesus ter nascido em Belém, a cidade de Davi, fundador da estirpe real de Israel da qual Nosso Senhor era o legítimo sucessor primogênito.

Ao chegarem os Reis Magos a Jerusalém, perguntaram pelo “rei dos Judeus”:

“2. Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer? Vimos a sua estrela no oriente e viemos adorá-lo”. (São Mateus 2,2) 

“4. [Herodes] Convocou os príncipes dos sacerdotes e os escribas do povo e indagou deles onde havia de nascer o Cristo.

“5. Disseram-lhe: Em Belém, na Judéia, porque assim foi escrito pelo profeta:

Dra. Marzia Boi no Congresso Internacional
sobre o Santo Sudário, Valencia, Espanha.
“6. E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as cidades de Judá, porque de ti sairá o chefe que governará Israel, meu povo (Miq 5,2).” (São Mateus 2, 4-6) 

Esses óleos e ungüentos próprios de um rei, presentes no Santo Sudário, ajudaram a conservá-lo por conterem potentes elementos repelentes de insetos e fungos.

A Dra. Marzia Boi analisou no microscópio as fotos dos polens extraídos em anteriores investigações sobre o Santo Sudário. E identificou tipos de plantas que, “conforme está documentado desde remotos tempos”, eram usualmente utilizadas nos enterros reais.

No Santo Sudário há polens principalmente de Helichrysum, láudano, terebinto, gálbano aromático ou lentisco.

A identificação dessas plantas supõe, segundo a Dra. Boi, “um dado adicional que confirma que o homem do Sudário poderia ser Jesus”.

É espantosa a quantidade de concordâncias dos elementos cientificamente estudados que apontam o Santo Sudário de Turim como sendo o próprio pano que envolveu o corpo de Jesus Cristo. Contestar esta concordância que vai ficando cada vez mais difícil.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

LUTERO E O PAPA ALEMÃO



Fui surpreendido, durante o final de semana, com a afirmação de que o Papa havia elogiado Lutero. Não dei muita atenção à notícia que, imediatamente, rechacei como estapafúrdia. Afinal de contas, Lutero fora um monge sem vocação, perturbado, entregue escancaradamente aos prazeres da carne e que (talvez numa tentativa de tranquilizar a própria consciência) inventou uma teologia satânica onde pudesse salvar-se sem precisar abandonar os seus pecados – arrastando assim para o Inferno uma multidão incomensurável de almas.




http://www.deuslovult.org/2011/09/26/lutero-e-o-papa-alemao/





Só depois eu li as matérias da mídia e (principalmente) as fontes primárias. Divertiu-me principalmente esta notícia, onde o jornalista não faz a menor idéia do que está falando. Misturando gafes históricas imperdoáveis (diz que «[o] papa Leão 9 expulsou Lutero da Igreja Católica Romana em 1521», quando Leão IX morreu em 1054 e o Papa que excomungou Lutero foi na verdade Leão X) com uma interpretação louca do discurso do Papa no convento de Lutero, o texto termina sem dizer nada com nada. Isto aqui, p. ex., é de um nonsense cômico:



Os protestantes gostariam que os católicos dissessem que Lutero não era um herege, mas um grande teólogo cristão. “Seria bom se eles pudessem declará-lo um doutor da Igreja”, disse à Reuters a bispa luterana de Erfurt, Ilse Junkermann.

É óbvio que os católicos não podem dizer que monge apóstata alemão é “um grande teólogo cristão” (!), e nem muitíssimo menos pode a Igreja declarar “doutor da Igreja” (!!) um heresiarca. A idéia é francamente tão absurda que, por si só, revela o vergonhoso desconhecimento da Igreja Católica do responsável pela matéria. E, ao final, ainda sou obrigado a ler que «[n]ão está claro se o Vaticano, que não gosta de oficialmente desfazer iniciativas de papas anteriores, pode ou deseja ir tão longe como a reabilitação de fato de Lutero» – cáspita, isto só não está claro para o retardado que escreveu esta reportagem! Pois qualquer pessoa normal e que conheça um mínimo de Doutrina Católica sabe que a Igreja não retrocede em questões doutrinárias e – mais que isso! – que Ela não pode retroceder, sob pena de perder a própria identidade. E, sim, isto está claro como o sol ao meio-dia para qualquer pessoa que não seja cega.

Depois da diversão, fui às fontes primárias. Está aqui o pronunciamento de Sua Santidade no Augustinerkloster de Erfurt – o convento onde Lutero viveu como monge agostiniano antes de romper com a Igreja. E descobri que o Papa “elogia” sim, Lutero, naquilo que ele é elogiável; para, imediatamente depois, criticá-lo acidamente no que ele precisa ser criticado.

Bento XVI e os representantes do Conselho da Igreja Evangélica Alemã após encontro em Erfurt
O discurso do Papa é obra de um gênio. Ele está falando a luteranos e, portanto, precisa encarar a ingrata tarefa de dizer coisas pouco honrosas sobre o pai espiritual de seus ouvintes. O que faz o Papa? Ora, sabe-se que Lutero era uma mente doentia atormentada pelo pecado, que não confiava na graça de Deus e pôs na própria cabeça que era incapaz de deixar de pecar: então o Papa fala sobre a importância de nos preocuparmos a respeito do juízo de Deus em um mundo onde «a maioria das pessoas, mesmo cristãs, dá por suposto que Deus, em última análise, não se interessa dos nossos pecados e das nossas virtudes». Mas não deixa de criticar: esta luta perturbada de Lutero, «no fim de contas, era uma luta a propósito de Deus e com Deus».

O que o Papa faz? Ora, sabe-se que Lutero levou uma vida imoral e dissoluta, não obstante a sua doutrina possua elementos de verdade capazes de seduzir os incautos (como de fato tem seduzido nos últimos séculos); então o Papa fala que a espiritualidade de Lutero era cristocêntrica, mas que isso não é suficiente: «Mas isto pressupõe que Cristo seja o centro da nossa espiritualidade e que o amor por Ele, o viver juntamente com Ele, oriente a nossa vida». Coisa que todos sabem que Lutero não fez. Dizer que é necessário que o viver juntamente com Cristo – i.e., o viver em estado de Graça, o viver praticando a virtude e evitando o pecado – oriente a nossa vida… eu não consigo pensar em uma forma mais elegante de contrariar os seguidores do Sola Fide, aqueles cuja doutrina tem por princípio fundamental justamente que o que importa é no quê se crê, e não como se vive. Bento XVI só “elogia” Lutero para, imediatamente em seguida, demonstrar a falsidade do luteranismo.

E assim caminha o Papa, construindo com maestria a ponte entre ele e os luteranos ao aludir aos problemas do luteranismo sem bater (muito…) de frente com a figura de Lutero; permitindo-se até mesmo apontar os pontos problemáticos do protestantismo a partir de algum aspecto mais aceitável do monge alemão. Para, no final, pedir o óbvio: que os protestantes se convertam. E de um modo tão gentil que se torna quase impossível negar, digno de um diplomata experiente tratando de um assunto espinhoso: «E por isso Lhe pedimos a graça de aprender de novo [a] viver a fé, para assim nos podermos tornar um só».

É com este pedido que termina o discurso do Papa: pedindo a Deus para que católicos e protestantes possam se “tornar um só”. E como tal é possível? Obviamente não é possível condescender com a Fé legada pelos Apóstolos, com a Fé Católica que a Igreja guarda. Isto o próprio Papa disse com todas as letras, na celebração ecumênica feita pouco depois no mesmo convento de Erfurt:


Papa pronuncia discurso na Igreja do ex-Convento dos Agostinianos, em Erfurt. Abaixo, concede a bênção, ao lado do pastor luterano Nikolaus Schneider
Nas vésperas da vinda do Papa, falou-se diversas vezes de um dom ecuménico do hóspede que se esperava desta visita. Não é preciso especificar os dons mencionados em tal contexto. A propósito, quero dizer que isto constitui um equívoco político da fé e do ecumenismo. Quando um Chefe de Estado visita um país amigo, geralmente a sua vinda é antecedida por contactos das devidas instâncias que preparam a estipulação de um ou mesmo vários acordos entre os dois Estados: ponderando vantagens e desvantagens chega-se a um compromisso que, em última análise, aparece vantajoso para ambas as partes, de tal modo que depois o tratado pode ser assinado. Mas a fé dos cristãos não se baseia numa ponderação das nossas vantagens e desvantagens. Uma fé construída por nós próprios não tem valor. A fé não é algo que nós esquadrinhamos ou concordamos. É o fundamento sobre o qual vivemos. A unidade não cresce através da ponderação de vantagens e desvantagens, mas só graças a uma penetração cada vez mais profunda na fé mediante o pensamento e a vida.

E, se não é possível transigir com a Fé, então a unidade na Fé só é possível com a conversão dos transviados. Sim, que os filhos de Lutero possam abjurar os seus erros e receber de novo a Fé Católica, a Fé Verdadeira, a Fé sem a qual é impossível agradar a Deus. Que sejam profícuos os esforços ecumênicos de Sua Santidade! Que o filho pródigo caia em si e, cansando-se de comer a lavagem dos porcos, volte depressa à Casa Paterna – onde Deus o espera com festa.

domingo, 10 de junho de 2012

CORÉ e LUTERO


Sabendo, é claro, que os Apóstolos não viveriam para sempre, e que Sua Igreja continuaria até “o fim dos tempos” Jesus Cristo tomou providências para passar a autoridade de geração a geração: (Mt 28,20)

LEIA Números 16: é sobre uma rebelião contra a autoridade de Moisés por parte de Coré e seus seguidores.



Os Bispos São os sucessores Legítimos dos Apóstolos. Se nós rejeitamos a autoridade deles, então rejeitamos a Cristo.

Autor: DEMAPRO





Quem tem a autoridade?

A fim de que haja uma só verdade, é necessário que haja uma só autoridade.

A Igreja que Jesus Cristo fundou recebeu autoridade

Você Herege, pode traçar sua Igrejola para trás até Cristo?

Se não pode, então sua Igrejola não tem autoridade.

Se sua Igrejola não tem autoridade, então por que você está lá?

A principal diferença entre a Igreja Católica e as outras “igrejas” é que a Igreja Católica, e somente a Igreja Católica, tem autoridade…


Moisés fez tudo o que podia para tentar convencer Coré, argumentando que ele estava errado ao fazer isso, e mesmo assim Coré e seus seguidores rejeitaram suas súplicas.

Leia o desenlace final da rebelião de Coré em Números 16,30-35.

Não é nada bonito, mas Coré não ouviu a Moisés, que era o homem na terra a quem DEUS tinha escolhido para conduzir Seu povo.

Agora leia sobre Martinho Lutero e sua rebelião contra a autoridade da Igreja Católica e você verá que a história de Números 16 se repete.

Agora leia Números 16 novamente, mas desta vez substitua o nome de Coré pelo nome do fundador da sua igrejola e o nome de Moisés pelo nome do Papa.

Aqueles que não aproveitam nada da história estão fadados a repetir seus erros.

“Nada há de novo debaixo do sol, e nenhum homem pode dizer: Eis que isso é novo; pois já existia em tempos passados.” (Eclesiastes 1,10).

Você já leu o Salmo 127,1?


”Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a constroem.”

Agora, Herege, mostre-me o versículo da Bíblia que dá autoridade a alguma criatura humana de fundar outra igreja além da ÚNICA IGREJA que Jesus Cristo fundou…

Mostre-me o versículo que autoriza alguém a simplesmente erguer uma Bíblia e proclamar: “Esta é a minha autoridade”.

DEMAPRO : DEsmascarando MAnobras PROtestantes

Para responder ao autor:

sábado, 9 de junho de 2012

FERNÃO DE MAGALHÃES DISSE ISSO MESMO?

Uma Mentira para Fernão de Magalhães


Na internet circula um célebre lorota, que dá conta que o grande navegador Fernão de Magalhães (1480-1521) teria dito:



"A Igreja diz que a Terra é plana, mas sei que ela é redonda, porque vi a sombra dela na Lua, e acredito mais numa sombra do que na igreja."



Isso não passa de mais uma daquelas potocas inventadas para fazer parecer que a Igreja é ignorante. Tal frase nunca foi proferida por Fernão de Magalhães, por isso sempre é exposta sem qualquer fonte.

Por Fernando Nascimento




DE TEXTO EM TEXTO
Ao contrário do que pensam os caluniadores, a esfericidade da terra é conhecida desde os tempos antes de Cristo. Crates de Malus (145 A.C.) foi o primeiro a construir um globo para representar a Terra. (Enciclopédia Espasa Calpe, Barcelona, verbete Mapa, vol. XXXII, pág.1132).


A Igreja nunca disse que a Terra era plana, santo Agostinho (354-430), doutor da Igreja, no seu livro "A Cidade de Deus" (De Civitate Dei), mais de 1.000 anos antes de Fernão de Magalhães nascer, escreveu:


"Apesar de estar supostamente ou cientificamente provado que a Terra tem a forma esférica, disto não decorre que o outro lado do mundo seja desprovido de mares, nem decorre imediatamente que, sendo desprovido de mares, seja habitado." 


 Também muito antes de Fernão de Magalhães nascer, Santo Alberto Magno, que viveu entre 1193 e 1280, e que foi mestre de São Tomás de Aquino, defendeu a esfericidade da Terra. São Tomás de Aquino - o maior gênio medieval - tratou da questão em pauta na Suma Teológica (I., q.1, a.1, ad2). A imagem de Nossa Senhora de Montserrat, padroeira da Catalunha, é do século XI, tanto ela como o menino Jesus, têm nas mãos o globo terrestre, da qual a Virgem Maria é Rainha e da qual Cristo é Criador e Senhor. Se a Igreja representava a Terra por um globo séculos antes de Fernão de Magalhães nascer, é porque sabia que ela é redonda, não fazendo qualquer sentido a frase fantasiosa que inventaram para Fernão.





Só isso põe fim à lorota!

Os navegadores portugueses e espanhóis eram fundamentalmente católicos, altamente devotos e desde a Escola de Sagres estudavam os conceitos de navegação considerando a redondeza do planeta. Além disso, Magalhães era católico fervoroso, teve problemas em manter a fidelidade religiosa de seus comandados, empreendeu conversões e não se concebe que se reportasse de forma irônica a uma “interpretação” da Igreja. Sua armada era composta de cinco navios, que tinham inclusive nomes de santos católicos e da Trindade: Trinidad, San Antônio, Concepcion, Victoria e Santiago.

Nos livros sobre a epopéia magelânica, não há qualquer indício de tal frase do navegador. 

Martin Behaim (1459-1507), cosmógrafo, astrônomo e explorador, contemporâneo de Fernão de Magalhães, pintou um dos primeiros globos terrestres conhecidos. O Globo de Behaim, também conhecido como Globo de Nuremberga, seguiu a idéia de um globo construído antes por volta de 1475 para o papa Sisto IV. 


Foi pela influência do bispo católico de Burgos, que Fernão de Magalhães conseguiu a aprovação do projeto de sua viagem em volta do mundo por parte de Carlos V. 

Coube à expedição de Fernão de Magalhães, em 1521, levar o primeiro padre católico ao território filipino. 

Diogo Ribeiro, foi quem produziu o mapa mundi da viagem de Fernão de Magalhães. No rodapé desse mapa, na parte inferior, próximo ao vinco central, consta claramente o aval dos “Catholicos”. O mapa se encontra ainda hoje, na Biblioteca Apostólica Vaticana, e podemos vê-lo na biografia do seu autor, abaixo: 






Cai a farsa.

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Fontes:

- Arquivo Nacional da Torre de Tombo - A. N. T. T. , Corpo Cronológico, parte I, maço 101, doc. 87 - publicado por Antonio Baião: A viagem de Fernão de Magalhães por uma testemunha presencial, in Arquivo Histórico de Portugal, volume I, Lisboa, 1932.

- Queirós Velloso - Fernão de Magalhães - A Vida e a Viagem, Lisboa, 1941.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

FREI DAMIÃO NA LÍNGUA DE MAUS EVANGÉLICOS





As mentiras protestantes sobre

Frei Damião - Refutadas





É sempre assim, toda vez que uma pessoa carismática da Igreja Católica entra em processo de canonização os protestantes correm para difamar e criar toda sorte de embustes contra essa pessoa.





Primeiro eles assim o fizeram com Padre Anchieta (1534-1597), espalhando a mentira de que o padre teria “estrangulado” com as próprias mãos o “santo” protestante Jacques le Balleur. Na verdade o invasor huguenote protestante Jacques le Balleur sequer morreu no Brasil onde vivia o Padre Anchieta.



Por Fernando Nascimento


Confira: 


Depois, com diabólico intuito de macular a honra do Papa Pio XII (1876-1958), que tanto defendeu os judeus, o protestante Rolf Hochhuth, forjou a peça teatral “O Vigário” (1963), onde colocava criminosamente o Papa Pio XII como colaborador do nazismo. Essa farsa culminou no livro de John Cornwell, O Papa de Hitler (1999), e em conluio com os comunistas da KGB, propalaram universalmente essa mentira que os próprios judeus refutaram. Tal farsa caiu. Confira:


Agora eles tentam denegrir a pessoa do grande missionário Frei Damião (1898-1997), ora dizendo que ele mandava chamar os protestantes de “bodes”, ora dizendo que ele mandava incendiar igrejas protestantes e era preconceituoso. Essas falsidades cairão por terra hoje.

No dia 29/5/2011, o jornal Diário de Pernambuco em suspeita matéria de um caderno especial intitulado “Terra de Damiões”, com reportagem de Jailson da Paz, reuniu todos os embustes protestantes e desrespeito do próprio autor ao Frei Damião e a Igreja Católica. O jornal vendia isso como “homenagem” ao missionário. A matéria preconceituosa, cheia de sutis ataques à Igreja Católica, incluía depoimentos suspeitos de raivosos protestantes passando-se por “vitimas” e até com o desprezo de um apóstata, chamado “Damião de Bozzano” hoje pastor evangélico da Assembléia de Deus, que pensou até em mudar de nome por simples ódio, fantasiando isso de “vergonha” do Frei Capuchino.

Como prometido, vamos acabar com essas falsidades protestantes estampadas no Diário de Pernambuco:

Frei Damião mandava chamar os 
protestantes de “bodes”?

Não! Frei Damião nunca mandou chamar protestantes de “bodes”, quem na própria bíblia protestante chamou de “bode” os inimigos da caridade foi Jesus Cristo, em Mateus 25.

"31. E quando o Filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória;

32. E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dosbodes as ovelhas;

33. E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda.

34. Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;”

Isso foi dito aos que fazem caridade, como se vê ali na sequência do texto bíblico. E aos “bodes”, inimigos da caridade, está escrito:

“41. Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos; “

Mas o que os protestantes tem a ver com os inimigos da caridade? Os protestantes contrariando o evangelho de Cristo, têm por doutrina o “Sola fide” (só a fé), fundado por Lutero. A Carta de São Paulo é clara contra isso:“Por ora subsistem a fé, a esperança e a caridade - as três. Porém, a maior delas é a caridade.” (1Cor 13,13). E São Tiago diz: “a fé sem obras é morta”. (S.Tg 2,26), ou seja, a fé sem caridade é morta, e vimos acima Jesus denominando os inimigos da caridade de “bodes”, e os condenando ao inferno, conforme a tradução bíblica dos próprios protestantes.

Se fosse Frei Damião ou outro católico que tivesse denominado os protestantes de “bodes” a palavra a se usar teria sido “cabritos”, como está nas bíblias católicas. Mas como essa farsa criada para Frei Damião surgiu no meio protestante, a palavra usada aí é “bode”, conforme a tradução das próprias bíblias protestantes. Como prova do que digo, na página 6 do maquinado “documentário” do Diário de Pernambuco o tal pastor evangélico Damião de Bozzano, aparece dizendo que é “um bode, sim senhor.”

Não é de hoje que os protestantes mentem, sabotam e deixam o rabo de fora, como se pode verificar na “Cronologia Universal das Mentiras e Sabotagens Protestantes”:


Nesse caso o feitiço protestante virou contra o feiticeiro, pois de tanto espalharem essa mentira tentando se passar por “perseguidos”, o Dicionário Aurélio Conciso (que não pertencia ao frade capuchinho), começou a catalogá-los como “bodes”, e certamente por se passarem por “padres”, como fazia o seu tradutor protestante João Ferreira de Almeida, o mesmo dicionário os classificou como “frei-bode”. Confira:

"protestante"

1. Que protesta.

2. Relativo ao, ou próprio do protestantismo.

Sin., bras., pop.: crente, evangelista, nova-seita, missa-seca, bíblia, bode, come-santo, frei-bode.

("protestante", Dicionário Aurélio Conciso © 1998 Editora Nova Fronteira, © Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, Marina Baird Ferreira, Regis Ltda., e J.E.M.M. Editores Ltda. Todos os direitos reservados.)

Frei Damião mandou queimar alguma 
igreja protestante?

Infeliz do morador que tem por
vizinho uma dessas ruidosas
igrejas pentecostais!
NÃO! Jamais. Só quem não conheceu Frei Damião poderia falar tamanha mentira. No alegado episódio de 28 de junho de 1958, momentos antes da chegada de Frei Damião à igreja de Santo Antônio em Patos-PB, os evangélicos como de praxe, na tentativa de perturbar mais um evento católico como sempre o fazem, seja no dia de Corpus Christi, na festa do Círio de Nazaré, em Aparecida ou mesmo nas vindas do Papa ao Brasil, resolveram naquela noite perturbar a visita e sermão do Frei Damião, ligando bem alto os alto-falantes das suas igrejas, mesmo sabendo que a cidade estava tomada por pessoas que ali acorreram para ouvir o sermão de Frei Damião que estava por chegar. No conluio da pilhérica afronta dos alto-falantes perturbadores, estavam a igreja presbiteriana, a igreja batista e a congregacional.

O padre Manoel Dutra solicitou que baixassem o som, mas um tal diácono Cícero, sob ordem de um irresponsável que vestia a farda da polícia, chamado capitão Severino Dias, voltou a ligar o som, dessa vez mais alto ainda, em completa afronta aos católicos.

O povo revoltado com aquela situação ameaçou invadir a igreja presbiteriana e baixar o som, quando um evangélico armado com um revolver começou a atirar no povo ferindo uma pessoa à bala. Isso só encorajou a multidão desrespeitada e provocada a invadir a igreja e arrancar-lhe a fiação e atear-lhe fogo.

O atirador evangélico fugiu para uma igreja batista seguido pela multidão que derrubou a porta da igreja onde ele havia se trancado com outros, mas não os encontrou.

Frei Fernando Rossi estava em Patos naquele dia 28 de julho de 1958, e nega as acusações protestantes contra Frei Damião. Em cartório ele havia registrado depoimento isentando Frei Damião dessa afronta protestante que terminou em conflito. (Este testemunho também está no mesmo caderno do Diário de Pernambuco de 29/5/20110)

A Aposentada Maria do Socorro Araújo, 68, que sempre morou defronte ao templo incendiado, afirma não ter sido “Frei Damião quem alimentou o ódio e o conflito.” Naquela noite, segundo Maria do Socorro, o frade de Bozzano chegou apressado à igreja presbiteriana, “Mas não podia fazer nada.” O que prova que Frei Damião só chegou ali depois dos fatos. (Este testemunho também está no mesmo caderno do Diário de Pernambuco de 29/5/20110)

O Tribunal de Justiça da Paraíba condenou o Estado em 1964, seis anos depois do conflito iniciado pelos evangélicos e endossado pelo capitão Severino Dias. (Este testemunho também está no mesmo caderno do Diário de Pernambuco de 29/5/20110)

Se Frei Damião fosse inimigo dos protestantes não teria convertido tantos ao catolicismo

Além de trazer à Igreja milhares de novos católicos, Frei Damião converteu ao catolicismo 81 protestantes. 32 deles moravam nos municípios Pernambucanos de Garanhuns, Rio Formoso e Primavera; 25 conversões foram registradas na Arquidiocese de João Pessoa; 24 dos convertidos eram do Rio Grande do Norte.



(Fonte: Mapa das Missões pregadas por Frei Damião de Bozzano 
da Custódia provincial de Pernambuco no Brasil (1931-1949). 

O Nordeste de Frei Damião (1898-1997), lidera em números de católicos

Faço questão de colocar aqui as estatísticas do IBGE que foram omitidas pelo suspeito autor do “documentário”, que estranhamente postou só a pequena estatística protestante.

Desde 1940, o Nordeste de Frei Damião lidera no número de católicos por região do país. No Censo de 2000, a região também manteve-se com a maior proporção de católicos (79,9%).


Católicos no Brasil:

Em 1940, 39,2 Milhões;

em 1950, 48,6 Milhões;

em 1960, 65,3 Milhões;

em 1970, 85,5 Milhões;

em 1980, 105,9 Milhões;

em 1991, 121,8 Milhões.

em 2003, 139,24 Milhões. (Fonte: IBGE).

Quando os inimigos da Igreja querem “demonstrar” falsamente que a Igreja está “perdendo” fiéis, usam sempre o percentual do país, e não o de pessoas que se declaram católicas. Confira na estatística acima que o número de pessoas que se declaram católicas é cada vez maior.

Eles enganam a si mesmos usando a estatística do país. A estatística do país é flutuante, e depende do número de imigrantes que chegam, ou dos que saem do país, sem falar nos que mudam de religião.

O tal “documentário” do DP é um verdadeiro “Cavalo de Tróia” que tenta fixar nas páginas de um jornal, as mentiras protestantes para tentar fazê-las parecer verdadeiras, tal qual os protestantes já fizeram com um falso “Juramento dos Jesuítas”, onde posam falsamente de “perseguidos” pela Igreja. Veja aqui tal farsa desmascarada: 


No “documentário” do DP, o autor insiste em vender a Igreja Católica como “perseguidora” dos “humildes” evangélicos, mas fato é que a Igreja Católica nunca perseguiu evangélico algum, antes é atacada por vândalos evangélicos que constantemente a invadem e depredam. Por que o Diário de Pernambuco omite isso, se isso é notório nos noticiários?


Evangélico invade e destrói capela do Sítio São João

Evangélico invade igreja e destrói imagem de santa


Mulher invade igreja e quebra imagens


Homem (evangélico) invade igreja e quebra imagem com golpe de caratê


Homem invade igreja e promove quebra-quebra


Detalhe: as igrejas dos agressores também tem imagens, mas eles só quebram as católicas.

Confira:



Veja muito mais imagens religiosas em igrejas protestantes: 


Será que o autor da matéria sabe que os países “ricos” protestantes, foram roubados dos católicos à espada ou sob sangue católico derramado pelos doces usurpadores protestantes?


Saiba porquê alguns países ricos são protestantes


A Igreja Católica nunca mandou queimar igreja protestante alguma, antes teve as suas queimadas pelos protestantes na Bahia, em Olinda e seu povo dizimado em Natal.

Por que o Diário de Pernambuco omite isso em favor dos assassinos protestantes, se isso está registrado na história?

Na Bahia, em 1624, por intolerância dos invasores protestantes, as igrejas católicas foram depredadas e transformadas em depósitos, celeiros, adegas ou paióis e a Sé foi destinada ao culto anglicano.http://www.achetudoeregiao.com.br/ba/Bahia_sua_historia.htm

Em Olinda, no ano 1631, os invasores protestantes destruíram e queimaram as igrejas católicas. A única igreja que ficou intacta foi a de São João Batista dos Militares, que servia de quartel general às tropas invasoras.

http://www.oocities.org/br/cantinhobacalhau02/71pag07.htm

Em 16 de julho de 1645, o Padre André de Soveral e outros 70 fiéis foram cruelmente mortos por mais de 200 soldados holandeses e índios potiguares. Os fiéis participavam da missa dominical, na Capela de Nossa Senhora das Candeias, no Engenho Cunhaú, no município de Canguaretama, localizado na Zona Agreste do Rio Grande do Norte. Por seguirem a religião católica, pagaram com a própria vida o preço pela crença, por causa da intolerância calvinista dos invasores.


Jornalista Jailson da Paz
O livro que contém todas estas barbaridades e muito mais, recebeu o 1º. Prêmio de Erudição da Academia Brasileira de Letras e editado na Biblioteca Pedagógica Nacional, volume 180, pela Companhia Editora Nacional e chama-se “Civilização Holandesa no Brasil”, de José Honório Rodrigues e Joaquim Ribeiro, 1940.

Quando será que o jornalista Jailson da Paz vai estampar isso num caderno especial do DP?

É essa Igreja perseguida constantemente pelos protestantes, que o suspeito jornalista chama de “preconceituosa” na página 6 do seu protestante “documentário”, baseando-se simplesmente nas suspeitas palavras de um pastor evangélico assembleiano e na de outro suspeito diácono da igreja batista, na página 7.

Detalhes que denunciam a má fé do autor do “documentário”:






1- A evangélica Enedina Xavier que teve a cara estampada em foto na matéria, preferiu não acusar ninguém pelo episódio de Patos, onde os próprios evangélicos provocaram o conflito, igualmente como o fizeram na Irlanda quando mataram jovens católicos.

2- Na suspeita matéria, o que o autor mais repete são os “sóbrios” evangélicos chamando os seguidores de Frei Damião de “fanáticos”. Justo estes evangélicos que vivem aumentando som de alto-falantes para perturbar evento católico; gritando nas praças; invadindo igrejas católicas, pichando árvores e postes de madrugada e fazendo arruaças nas vindas do Papa.

3- O suspeito autor cita superficialmente outra acusação de ataque dos “fanáticos” seguidores de Frei Damião, que teria ocorrido em 21 de abril de 1937 em Guarabira, mas pifiamente cita apenas que isso está na “Ata da igreja congregacional”, que faz conluio com as igrejas evangélica que aumentam o som para perturbar o sermão de Frei Damião. Registro imparcial em delegacia, não há nenhum desta acusação.

4. O suspeito autor, certamente truncando as palavras de Frei Fernando Rossi, último dos companheiros de Frei Damião, diz que ele “revelou” que antes do Concílio Vaticano II (1962-1965) a recomendação era combater o protestantismo. Obviamente o jornalista não sabia que “bom o combate” a mentira deu grandiosos frutos e que o Concílio Vaticano II veio justamente para receber como ao filho pródigo os protestantes descontentes com a enganação de Lutero e que continuam debandando para o catolicismo. Confira:

Grupo de anglicanos solicita ingressar “em massa” à Igreja Católica


Luteranos finlandeses querem fazer parte da Igreja Católica


Mais de 5.000 anglicanos dos EUA querem passar para a Igreja Católica


Presidente da Sociedade Teológica Evangélica retorna á Igreja Católica


Cinco mil ingleses se convertem ao catolicismo a cada ano, afirma sacerdote britânico


Conversões anglicanas: agora é a vez do Canadá


O Prof. Dr. Francisco Agileu de Lima Gadelha 

e o pesquisador mombacense Fernando 

Cruz - 18/08/2010.
5- O suspeito “historiador” escolhido pelo autor da matéria para colocar Frei Damião como “emblema da intolerância religiosa” é o simpatizante da igreja presbiteriana que aumentou o som dos auto-falantes, o prof. Francisco Agileu de Lima Gadelha que já apresentou os suspeitos trabalhos: “O protestantismo no Brasil e o presbiterianismo no Ceará”, e “O Ceará na trilha da nova fé: a chegada do presbiterianismo ao Ceará”. (Fonte: Currículo do próprio na Internet)

6- O suspeito “pesquisador” Samuel Costa, da página 7, escolhido pelo autor da suspeita matéria para acusar os católicos de “quererem transformar Frei Damião de agressor, incendiário e raivoso em vítima, bombeiro e amoroso”, só pode ser o “pesquisador” Samuel Costa, presbiteriano da igreja que aumentou o som para perturbar o sermão de Frei Damião, e autor deste outro artigo cheio ódio e embustes anti-históricos, onde ataca ferozmente também o Padre Cícero:

http://ipc2005.blogspot.com.br/2011/06/aos-pes-do-padre-cicero.html

 A refutação a este ataque cego já está em curso.

O louvável depoimento do sério presbiteriano Prof. Juan Pablo, mestrado em História pela UFES, serve para alertar sobre a desonestidade dos “historiadores" protestantes escolhidos pelo “jornalista” Jailson da Paz para caluniar sobre Frei Damião e a Igreja Católica:

“Bem, a respeito do estudo sobre o cristianismo antigo, a primeira coisa que devemos aceitar, é que os protestantes de modo geral, em especial os brasileiros, conhecem muito pouca coisa de História cristã.

Infelizmente, a grande maioria dos livros de história do cristianismo publicados por editoras evangélicas aqui no Brasil não são fontes confiáveis para o estudo da história cristã antiga e medieval, e isso por dois motivos:

1 - são escritos por teólogos com péssima formação histórica;

2 - seu objetivo real não é realmente informar o leitor, e sim combater o catolicismo, para dar a falsa impressão de que tudo o que a ICAR alega seria mentira e portanto fazer apologética da teologia protestante. Ou seja: pecam por desonestidade intelectual.

Faz-se necessário estudar a história do cristianismo a partir da historiografia acadêmica.”

(Depoimento constante em:


Diante de tanta evidência de má fé, logo fica patente a intenção criminosa do suspeito “jornalista” Jailson da Paz, autor desta pilhérica ofensa a Frei Damião sob responsabilidade do Diário de Pernambuco.

Para ser jornalista ou mau caráter, ninguém precisa de diploma

No Brasil o relator do processo que derrubou a exigência do diploma para exercício da profissão de jornalista, o presidente do STF, Gilmar Mendes, concordou com o argumento de que a exigência do diploma não está autorizada pela Constituição. Para ele, o fato de um jornalista ser graduado não significa mais qualidade aos profissionais da área. "A formação específica em cursos de jornalismos não é meio idôneo para evitar eventuais riscos à coletividade ou danos a terceiros".


Para finalizar, numa afronta dos evangélicos semelhante a ocorrida em Patos, vejam no exemplo do link abaixo, outro jornalista do quilate do Jailson da Paz explicitamente omitindo-se sobre a conduta criminosa de evangélicos raivosos que fazem uma afronta durante a visita do Papa, enquanto prefere ele criticar só aos católicos que estão sendo ofendidos:

E assim cai a farsa habilmente arquitetada pelo jornalista Jailson da Paz e os agressores evangélicos, para macular a pessoa de Frei Damião.